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Professor e comerciante, Alfredo Luís Freitas Pimentel foi um dos fundadores da Associação Comercial, sendo nomeado presidente da primeira diretoria, em 1920. Pimentel era dono de uma casa de secos e molhados e foi um dos primeiros comerciantes a possuir uma linha telefônica na cidade. Em 1922, Pimentel colocou em circulação o jornal Diário de Rio Preto, que foi destruído dois anos depois por fazer denúncias contra os coronéis da Velha República.
Presente na fundação da Associação Comercial, em 1920, Manoel de Souza Varella ocupou inicialmente o cargo de primeiro-secretário. Foi eleito presidente em 1921, reassumindo o posto em mais três mandatos. Reconhecido pelo seu caráter apaziguador e por uma liderança repleta de realizações, Varella foi homenageado pelos associados da entidade com uma sessão de gala, em 1923. Morreu em São Paulo, no ano de 1954.
Pedro Góes foi nomeado para o Conselho Administrativo da primeira comissão diretora em 1920. Depois foi eleito presidente em 1922, e renunciou ao cargo após quatro meses de gestão.
Empossado como presidente em 1923, o fazendeiro José de Araújo Braga teve sua administração marcada pelo empenho e esforço com que defendeu os interesses dos comerciantes rio-pretenses. Foi um dos fundadores e o primeiro presidente do Partido Democrático de Rio Preto, em 1928.
Na época em que foi eleito presidente, em 1924, Edgard de Mattos Caramuru era gerente da agência do Banco Commercial do Estado de São Paulo. Anos mais tarde, fundou a Casa Bancária Edgard Caramuru e a Companhia Rio Preto de Armazéns Gerais. Sua administração imprimiu um período de tranqüilidade à Associação Comercial de Rio Preto. Renunciou ao cargo após alguns meses de administração.
Feliciano Salles Cunha foi eleito presidente em 1924, durante uma assembléia realizada logo após a renúncia de Edgard Caramuru. Com um espírito empreendedor, Salles Cunha encabeçou um grande movimento para colocar em funcionamento a Santa Casa de Misericórdia, além de ter incentivado a construção da sede da Associação, na esquina das duas Silva Jardim e Voluntários de São Paulo.
O comerciante Nagib Gabriel foi um dos fundadores da Santa Casa de Misericórdia, em 1922. Eleito presidente da Associação Comercial em 1926, lutou com empenho pela defesa dos interesses dos comerciantes, pelas causas coletivas e sociais. Foi também fundador do Automóvel Clube e do Rio Preto Esporte Clube, delegado de polícia-substituto e trabalhou nos jornais Correio Paulistano e A ordem, de Rio Preto.
Francisco Duarte da Fonseca assumiu a presidência em 1928. Foi o responsável por negociar a compra do terreno onde foi construída a sede da Associação, em março de 1928.
No ano de 1930, o presidente eleito Ary de Freitas Mugnaini promoveu uma forte campanha pelo aumento e fortalecimento do quadro social da Associação Comercial, com a intenção de dar início à construção da sede. Ainda durante sua gestão, foi realizada uma arrecadação de livros para a biblioteca da entidade.
José Beolchi, nascido na Itália, assumiu a presidência em 1937, dando início a uma ativa administração. Com o intuito de fortalecer o nome da cidade no âmbito econômico, Beolchi cuidava pessoalmente dos assuntos relacionados à entidade, mesmo que para isso tivesse que percorrer longas distâncias. Atuou também como secretário e vice-presidente em outras gestões.
José Beolchi, nascido na Itália, assumiu a presidência em 1937, dando início a uma ativa administração. Com o intuito de fortalecer o nome da cidade no âmbito econômico, Beolchi cuidava pessoalmente dos assuntos relacionados à entidade, mesmo que para isso tivesse que percorrer longas distâncias. Atuou também como secretário e vice-presidente em outras gestões.
Felício Ferreira iniciou seu mandato em 1940, quando já havia ocupado os postos de tesoureiro, secretário geral e 1º secretario. Reeleito em 1941, cumpriu seu cargo até o ano seguinte. Lutou para que a entidade recebesse o reconhecimento pelo auxílio prestado na construção da Delegacia Regional do Trabalho em Rio Preto.
Paulino Bueno de Aguiar foi empossado em 1942, período em que a guerra na Europa dificultava a vida de imigrantes italianos e alemães, inclusive em Rio Preto. Paulino Aguiar encabeçou, na época, um movimento para que a fiscalização na entrada e saída de imigrantes na cidade fosse abrandada, já que isso poderia prejudicar o comércio na região.
José Felício Miziara, que em 1942 ocupava a vice-presidência, assumiu no ano seguinte a liderança da diretoria. O presidente, que era farmacêutico e professor, foi um dos responsáveis pelo movimento a favor da abertura do comércio aos domingos. Ainda durante seu mandato, trabalhou para que a distribuição de gasolina em Rio Preto fosse regularizada, já que o produto estava em falta na cidade.
Antonio Ramos de Oliveira foi eleito presidente da Associação em 1945. Nesse ano, sua diretoria organizou um protesto contra o Convênio Cafeeiro, uma série de medidas que poderiam prejudicar a produção e o comércio do café na região de Rio Preto. Até o ano de 1952, Antônio Ramos de Oliveira trabalhou como conselheiro fiscal da entidade.
José Jorge Cury presidiu a Associação entre 1962 e 1963. Nesse período, foi eleito deputado estadual, trabalhando paralelamente nas duas funções.
Hélio Negrelli assumiu o posto de presidente em 1946. Foi dele a iniciativa de trazer a Rio Preto as escolas do Senac e do Sesc. Durante seu mandato, que foi até 1952, Negrelli liderou a Associação diante das crises no setor agrícola, que incluía a falta de alguns produtos na cidade e questões como as enchentes, que mereceram atenção especial da diretoria.
José Buchalla, nascido em Tanabi, foi eleito presidente em 1972. Logo no início de seu mandato, o presidente conhecido como Juca, procurou divulgar as metas da sua administração. Uma das primeiras inovações inseridas por José Buchalla na entidade, foi um balcão de empregos. O comerciante foi reeleito e presidiu a Associação Comercial até 1975.
O libanês Faiez Nametallah Tarraf iniciou seu mandato em 1991, ano em que a Associação Comercial inaugurou seu Centro de Convenções. Sua vocação para o comércio, revelada desde a infância, culminou na construção de um império comercial que ultrapassou as fronteiras do Estado de São Paulo. No início de seu segundo mandato, em 1992, Faiez Tarraf procurou aproximar ainda mais os empresários associados das atividades da Associação Comercial.
Joaquim Estrela Maia presidiu a Associação Comercial entre os anos de 1956 e 1957. Sua gestão deu início às negociações da criação da diretoria Regional dos Correios e Telégrafos de Rio Preto. Ainda durante seu mandato, foi criado o Departamento Jurídico da entidade, que prestava atendimento aos associados.
O comendador Rubens Carlos de Almeida foi eleito presidente em 1968 e reeleito em 1970, permanecendo no cargo por quatro anos. Ao final de seu mandato, entregou o prédio da Associação Comercial reformado. Foi durante a sua gestão que tiveram início as discussões sobre a necessidade da construção de uma rodoviária na cidade.
Eleito em 1976, Anatol Konarski, nascido na Polônia, engajou-se na luta pelo desenvolvimento de Rio Preto. Durante seu mandato, conquistou o terreno em que foi construído o Centro de Convenções da ACIRP, que leva seu nome. Foi membro do Programa de Desenvolvimento Industrial e das diretorias do Hospital Ielar, Fundação Rio-pretense de Bem-estar Social e Associação dos Aposentados e Pensionistas de Rio Preto.
Waldemar de Oliveira Verdi presidiu a Associação Comercial em diversos mandatos, entre 1958 e 1967. Já nos primeiros anos de gestão, o presidente trabalhou pela valorização do café produzido na região de Rio Preto. Entre outras realizações, em 1959, Waldemar Verdi deu início às negociações que culminaram com a implantação do primeiro sistema de televisão da cidade.
Empossado em 1980, Antônio Mahfuz presidiu a Associação Comercial por dois anos. O início de seu mandato foi marcado por uma forte proposta de descentralização dos serviços da diretoria de entidade, criando, para isso, comissões de trabalho. O objetivo do presidente era envolver toda a diretoria nas ações da Associação Comercial.
Nilton Terruggi foi eleito presidente em 1982, permanecendo no cargo até 1984. Durante sua gestão, a Associação Comercial deu início à estruturação de um Instituto de Economia, que funcionaria dentro da entidade, levantando dados para a publicação de um manual periódico sobre os dados econômicos de Rio Preto. Essa tarefa foi absorvida mais tarde pela Prefeitura Municipal.
José Paschoal Constantini iniciou seu mandato em 1986. Durante sua gestão, o prédio em que funciona a sede da Associação Comercial foi ampliado, o que contribuiu para a melhoria da estrutura da entidade. Foi dele a a iniciativa de elaborar um plano para a implantação do "Telefone Azul", um serviço telefônico que permitia aos comerciantes consultarem os cheques dos clientes no momento da compra.
Eleito presidente da Associação Comercial em junho de 1984, Daniel Ferreira de Freitas empenhou-se em ajustar a situação financeira da entidade, criando ações para a contenção de despesas. Daniel de Freitas encerrou seu mandato, em 1986, promovendo a realização de cursos, com conteúdos voltados para os interesses dos empresários rio-pretenses.
Eleito presidente em 1988, Valdir Nonato iniciou sua gestão defendendo a presença da Associação Comercial em todos os eventos sociais, culturais e econômicos da cidade. Foi reeleito em 1990, dedicando-se integralmente aos assuntos relacionados à entidade. Uma de suas preocupações foi a melhoria do Calçadão, com ações que visavam o aumento da segurança no local.
A empresária Iolanda Chibily Bassitt assumiu a presidência da Associação Comercial em 1994. Sua gestão possibilitou, entre outras realizações, um levantamento das necessidades de reestruturação do Calçadão, a organização da Feira Internacional de Negócios e Turismos de Rio Preto (FINETUR), a campanha "Reage Rio Preto" e a idealização do Porto Seco para a cidade.
Eleito em 1998, o empresário Antônio Carlos Parise presidiu a Associação Comercial até 2002. Durante o seu mandato, Parise trabalhou com empenho no desenvolvimento da entidade, promovendo ações pelo fortalecimento das empresas rio-pretenses. Entre suas ações destacam-se a modernização do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), o programa Brasil Empreendedor e a campanha pela sobrevivência da Associação Rio-Pretense de Promoções do Menor (Arprom). Nesse período a entidade passou a contar com Conselho da Mulher Empresária (CME), um órgão que reúne as principais lideranças femininas de Rio Preto.
A Entidade Galeria de Presidentes |
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| Ex-Presidentes (in memorian) |
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ALFREDO PIMENTEL
1920 |
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MANOEL S. VARELA
1921 / 1935 / 1936 1937 |
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PEDRO GÓES
1922 |
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JOSÉ DE A. BRAGA
1923 |
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EDGAR M. CARAMURÚ
1924 |
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FELICIANO S. CUNHA
1925 |
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NAGIB GABRIEL
1926 / 1927 / 1928 |
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FRANCISCO D. FONSECA
1929 |
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ARY DE F MUGNAINI
1930 |
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HEMETÉRIO P. VALLE
1931 / 1932 / 1933
1934 / 1937 |
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JOSÉ BEOLCHI
1938 / 1939 / 1952
1953 / 1954 1955 / 1956 |
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FELÍCIO FERREIRA
1940 |
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PAULINO B. AGUIAR
1942 |
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JOSÉ F. MIZIARA
1943 / 1944 |
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ANTONIO R. DE OLIVEIRA
1945 |
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JOSÉ J. CURY
1962 / 1963 |
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HÉLIO NEGRELLI
1946 / 1947 / 1949
1950 / 1951 / 1964 |
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JOSÉ BUCHALA
1972 / 1973 / 1974 / 1975 |
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FAIEZ N TARRAF
1991 / 1992 / 1993 / 1994 |
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JOAQUIM ESTRELA MAIA
1957 / 1958 |
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RUBENS C ALMEIDA
1968 / 1969 / 1970 / 1971 |
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ANATOL KONARSKI
1976 / 1978 / 1979 |
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| Ex-Presidentes |
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WALDEMAR O VERDI
1958 / 1960 / 1961
1964 / 1965 1966 / 1967 |
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ANTONIO MAHFUZ
1980 / 1981 |
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NILTON TERRUGI
1982 / 1983 / 1984 |
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JOSÉ P CONSTANTINI
1986 / 1987 / 1988 |
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DANIEL DE FREITAS
1984 / 1985 / 1983 |
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VALDIR NONATO
1988 / 1990 / 1991 |
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IOLANDA CHIBILY BASSITT
1994 / 1995
1996 / 1997 / 1998 |
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ANTONIO C PARISE
1998 / 1999
2000 / 2001 / 2002 |
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OSVALDO GRACIANI
2002 / 2003
2004 / 2005 / 2006 |
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